quarta-feira, 27 de abril de 2011

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Tenho vontade de escrever sobre o que penso a seu respeito, mas, infelizmente, não tenho coragem. Vou continuar falando com as paredes, minhas eternas companheiras de monólogos...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sonetando.

Meu professor de Língua Portuguesa, o querido Víctor, propôs à turma que tentássemos escrever um soneto (dois quartetos, dois tercetos), cujo tema seria gramática. Posteriormente, essa criação literária será publicada em um livro =)
Na minha primeira tentativa, escrevi algo sobre adjetivos e locuções adjetivas, mas admito que não ficou bom. Deti-me a somente citar a gramática e nem me peocupei com o ritmo das palavras. Então, fiz outro. Nesse, eu me libertei de uma situação que vem tomando espaço nos meus pensamentos. O resultado foi que, mesmo com termos que se referem à gramática, consegui com que o soneto emane poesia.

Para ninguém ficar na curiosidade, segue abaixo meu sonetinho..

Um dia, talvez.

Imagens de substantivos abstratos em um sonho surrealista
Tumultuam minha mente em crise
E desperto dessa visão ilusionista
Antes que o sentimento que fantasio se enraíze.

Tento não ser um agente passivo diante de supostos sentimentos
Quando percebo, porém, os fatos reais
Vejo-me diante de olhares indeterminados
E um ato sensato me faz ver que somos dois verbos impessoais.

Em um dia de outono, talvez, nos tornaremos sujeitos compostos
Concordando com um único verbo
E os pronomes de tratamento formais serão deixados no pretérito.

Nosso afeto se tornaria, enfim, um substantivo concreto
De dois sujeitos anônimos, antônimos
Seríamos dois termos companheiros, sinônimos.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Páscoa = Natal

No mês de dezembro do ano passado eu escrevi sobre o real sentido do Natal, questionando o porquê das pessoas se preocuparem mais com os presentes e os arranjos natalinos do que com os verdadeiros problemas que afligem a nossa cidade e a sua população. Segue abaixo o post:


No dia 24 desse mês comemoramos a Páscoa. Para mim, que sou cristã, o significado dessa data, de uma forma objetiva, é a morte e ressurreição de Jesus Cristo. É tempo de refletirmos sobre sobre nossas vidas (não só nessa data, mas principalmente nela) e os caminhos que estamos seguindo; pesarmos nossas atitudes, nossas faltas, e pedirmos perdão a Deus. São dias que vêm para nos ajoelharmos e adorar aquele que morreu na cruz, que se sacrificou por todos nós.
Você, porém, acha que todas as pessoas estão preocupadas com isso, pensam dessa forma? Claro que não, infelizmente. Predomina o consumismo, como sempre. O que mais me preocupa é que as pessoas que se dizem cristãs são as mais consumistas. São caixas e caixas de bombom, ovos de Páscoa, amêndoas e outros tipos de doces; são arrnajos nas portas, nos quintais, dentro de casa; ensina-se às crianças sobre o coelhinho da Páscoa, mas nada é dito sobre as palavras de Jesus.
Daqui a pouco o real sentido da Páscoa será esquecido e somente importará às pessoas procurarem os ovos de chocolate escondidos em algum canto da casa.
É uma lástima. Espero que um dia tudo isso mude, que todos tenham consciência do significado dessa data.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O criador da Emília, sabe?

Comemora-se hoje, no Brasil, o Dia de Monteiro Lobato. Renomado escritor, alcançou enorme reconhecimento na escrita de livros infanto-juvenis. Foi o criador, por exemplo, do Sítio do Pica-pau Amarelo. As personagens Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Bento, Visconde etc., conquistaram as crianças - e ainda continuam! Monteiro Lobato também foi o criador da personagem Jeca Tatu, uma caricatura do povo brasileiro.

Na minha opinião, um dos seus melhores livros é O presidente negro, em que ele "prevê" que a maior potência econômica do mundo teria um presidente negro. Considerando que ele escreveu essa obra no século XIX, parece que ele acertou em cheio.

Recomendo Monteiro Lobato a todos, principalmente às crianças. Nenhuma geração deve ser privada desse mundo mágico de Emília e sua turma.

domingo, 17 de abril de 2011

Não sei o real motivo de me sentir assim, atraída por você. Praticamente só sei seu nome e duas ou três informações sobre sua vida, porém nada relevante. Há algo, entretanto, que faz com que eu me interesse por sua vida. Fico olhando fixamente para você, por alguns instantes, e vejo tanto mistério. Um olhar intrigante, um modo diferente de tratar as pessoas...

Muito se engana quem pensa que com isso eu estou dizendo que estou apaixonada por esse alguém ou que me sinto atraída fisicamente por ele. Não, não. Garanto que é curiosidade mesmo. Vejo algumas ações suas, percebo seu modo de pensar e me identifico um pouco. Talvez possa surgir uma amizade ou nossa "relação" será resumida a isso: uns cumprimentos espontâneos, mas raros e alguns olhares analíticos. Para mim, está tudo perfeito!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A hora da verdade CHEGOU!

Foi fácil? Nem um pouco.
Minhas mãos tremiam.
Consegui dizer tudo que o queria, tudo o que estava preso em minha garganta?
Com certeza!
Como sempre, fui educada, mantive a calma (externamente falando) e tentei elucidar a situação.
Infelizmente, a outra parte fez com que conversa tomasse outro rumo e falou o que não devia.
Eu poderia escrever durante horas sobre essa situação, mas não quero. Pela primeira vez, vou me recusar a escrever.
Para dizer bem a verdade, quero mais é esquecer. Sim, vou dar um ponto final e parar de sofrer por algo que não vale tanto a pena.

O que realmente importa? Tenho minhas amigas lindas e absolutas (Thata, Gabi e Ju, beijo) que me dão todo o apoio e confio no caminho que estou seguindo.

Tudo certo!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A hora da verdade está chegando.

Eu sei o que está acontecendo, talvez eu só não queira admitir. Tudo mudou, porém, quando alguém jogou isso na minha cara; fez perguntas do porquê dessa expressão de tristeza em meu rosto, dessa voz melancólica, dessa intolerância com tudo e com todos. Por mais que eu diga a mim mesma que não me importo com a situação atual, sei que é mentira. Tento mudar o rumo da prosa quando alguém me pergunta algo relacionado a tudo isso, mas sei, também, que não posso mais guardar toda essa mágoa, toda essa preocupação, e até mesmo raiva, dentro de mim.
Tudo isso está confuso, eu sei. E isso me preocupa, pois não consigo nem escrever sobre isso.
Ao caminhar pela rua hoje de manhã, criei a ilusão de que o sol de outono iria resolver minha dificuldade, aquecendo meu coração e me mostrando que tudo está bem. Ao chegar na sombra, a ilusão acabou e a realidade bateu à porta.
Preciso conversar, preciso falar tudo aquilo que está trancado em minha garganta, pedindo, implorando para vir à tona. De hoje não passa, não pode. Preciso dar um jeito de aquietar minha mente e não deixar os pesadelos tomarem conta do meu sono.
Preciso mesmo é me livrar desses pensamentos, dar forma a eles e, enfim, conseguir escrever algo coerente novamente.