Quando somos pequenos, nossa vida é um mar de rosas. Nossas únicas preocupações são com os horários dos desenhos, em cuidar da caixa de chocolates e de fazer nossos deveres da escola rapidinho para ir brincar na rua. A medida em que o tempo vai passando, novas responsabilidades nos são encarregadas, mas nada que faça com que arranquemos nossos cabelos.
Aos 18 anos, a bomba estoura em nossas mãos. Dá a impressão de que os problemas estavam guardados em um buraco na terra e que, ao completarmos a maioridade, todos foram desenterrados.
Eu sempre tive paz em minha casa (quando eu tinha uma). Minha família se dava bem, todos se reuniam ao menos uma vez na semana e a vida continuava bela. Hoje vivo um pequeno inferninho. E como não sou a pessoa mais controlada emocionalmente, digo que tentar ser forte é um desafio. Porém, é um desafio a ser superado. Os problemas podem ser grandes, mas não maiores do que a minha fé. Tudo sempre deu certo e não seria agora que tudo iria desandar. Preocupo-me somente com meus pais, quero que eles tenham a melhor vida possível. Se assim for, eu estarei bem também. O resto, quero mais que se exploda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário