quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Uma preciosidade de livro.


Desde que me conheço por gente, carrego sempre um livro debaixo do braço. Minha paixão é pela literatura brasileira, mas tendo uma capa e algumas páginas escritas, eu estou lendo. O que importa é o conhecimento que você absorve de tudo o que lê.

Há livros e livros neste mundo, e dizendo isso me refiro à qualidade dos escritos. Há alguns que fazem meus olhos brilhares, como os livros de crônicas e contos; há os que conseguem consumir toda a minha atenção durante horas, que são os bons livros de ficção; e, por fim, há aqueles que me emocionam com suas palavras simples e verdadeiras, que são os romances que retratam uma história de vida. Não há história melhor do que aquela que retrata uma realidade que a maioria tenta esconder. A podridão do mundo precisa ser mostrada e é por isso que escolhi o livro Preciosa como um dos melhores que já li.

Quero que cada pessoa tenha a oportunidade de mergulhar nessa história que é uma lição de vida.
E digo que depois de ter lido essa maravilha, minha vontade de lecionar ficou ainda maior. Pois o livro retrata a história de uma garota problemática, que sofre com a indiferença da famíla, além de, aos 16 anos, ser mãe de dois filhos e o pai das crianças ser o seu próprio pai. Mas a vida dessa garota começa a mudar a partir do momento em que ela conhece uma professora, que a auxilia e a apoia para que ela consiga superar tudo o que vem acontecendo.
Após a leitura de Preciosa, estou muito mais motivada em poder ensinar algo às pessoas. E quando falo em ensinar, não me refiro ao estudo de verbos e preposições, mas ao ensino da vida. Quero ser um exemplo e um apoio para outras pessoas, para crianças e jovens. Quero poder conhecer vidas e fazer partes delas, significando algo para alguém. Enfim, quero poder cumprir minha missão nesta Terra, que é transmitir o conhecimento e a bondade aos demais. Quero partir daqui com um sorriso de dever cumprido, e tenho a certeza de que farei o meu melhor para ver o mundo de muitas pessoas mudarem.

domingo, 22 de agosto de 2010

E diante dos fatos só me resta dizer:

"Tudo posso naquele que me fortalece."
Filipenses 4:13

sábado, 21 de agosto de 2010

...

Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias tristes em casa me esconder.
Prefiro ser feliz, embora louco, que em conformidade viver.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

As crenças de cada dia.

Cada pessoa tem a sua crença, e pensa e age de acordo com ela.
E mesmo que diga "Em nada creio", crê em algo, mesmo que seja no nada (se é que ele exista).
As crenças fazem parte da história da humanidade. E não me refiro à religião, mas sim à fé.
Há diferença? Mas é claro, são duas esferas completamente distintas.


Religião nos remete à Igreja, que nada mais é do que uma instituição com fins lucrativos.
Nenhum ser humano necessita pagar ou ser obrigado a ouvir sermões para crer num Deus.
A humanidade precisa de fé. Precisa acreditar que algo maior existe e criar um sentido para a sua existência.


Particularmente, não creio que haja vida após a morte. Isso me faz descartar crenças como a reencarnação.
Com a morte, vejo o fim de uma jornada encerrada, mas que, apesar de o corpo estar morto, a lembrança daquela pessoa não estará.
O que faz com que sejamos melhores a cada dia, é a certeza de que podemos deixar um legado aqui. Podemos ensinar às outras pessoas como viverem melhor, de uma forma mais saudável para a mente e para o corpo.
Todos cativamos alguém enquanto estamos vivos, e nós somos responsáveis por aquilo que cativamos (parodiando o Pequeno Príncipe). Um pai quer deixar o seu filho com uma boa educação, com saúde, com objetivos, com paz e alegria. Dessa forma, ele poderá partir tendo a certeza de que seu filho deixará ao seu neto o legado que ele deixou e assim, toda aquela família poderá viver bem, pois um dia ele se empenhou para ver o seu mundo mudar e agora ele pode partir satisfeito vendo acontecer o que ele desejou.


Estamos sós neste universo, por mais que afirmem (ou creiam) que haja vida em outros planetas ou em outras galáxias.
Pode ser egoísmo, mas eu tenho a certeza de que estamos sós e que tudo ao nosso redor nada mais é do uma demonstração de que somos tão pequenos por sermos mortais, mas somos tão grandes por sermos abençoados por ter a oportunidade de presenciar esta vida e tudo o que lhe é oferecida.


Olho para o céu e só penso em agradecer.
Posso não ter as respostas para tudo, mas estou em paz com a minha crença.
Eu confio no ser humano e sei que ele é capaz de enxergar o próximo e praticar o bem.
E, para mim, esse é o sentido da nossa existência: amar o próximo, respeitá-lo, deixar o nosso legado de paz e plantar, no mínimo, uma boa semente em um ser e ensiná-lo a viver com bondade, humildade e fé.

Humildade.

Tanto que fazer!
livros que não se leem,
cartas que não se escrevem,
línguas que não se aprendem,
amor que não se dá,
tudo quanto se esquece.

Amigos entre adeuses,
crianças chorando na tempestade,
cidadãos assinando papéis, papéis, papéis...
Até o fim do mundo assinando papéis.

E os pássaros detrás de grades de chuva,
e os mortos em redoma de cânfora.

(E uma canção tão bela!)

Tanto que fazer!
E fizemos apenas isto.
E nunca soubemos quem éramos
nem para quê.

Cecília Meireles

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Quando eu crescer.

Quando eu crescer, quero navegar pelos oceanos, conhecendo as belezas da Antártica e da Groelândia. Quero comer peixe ao lado dos pinguins e bater palmas com as focas.
Quando eu crescer, quero ver os moinhos de Lisboa, as touradas da Espanha e o Louvre na França.
Quero alcançar o topo do Everest, visitar os monges no Himalaia e sonhar em frente ao Taj Mahal.
Quando eu crescer, sobrevoarei os Andes e provarei dos mais deliciosos chocolates suíços às mais apetitosas massas italianas.
Quero conhecer a flora e a fauna africana e passar as mil e uma noites na Arábia.
Quando eu crescer, quero ter a mais bela biblioteca, repleta de escritos literários. Quero contar histórias às criancinhas e ensinar à elas sobre o mundo.
Quando eu crescer, continuarei lendo Chico Bento e as aventuras do Tio Patinhas. O Superman continuará sendo o meu super-heroi e o Scooby-Doo o meu "ídolo".
Quero mergulhar no rio Ganges, quero nadar com as tartarugas em Fernando de Noronha, quero alimentar os jacarés do Pantanal e quero penetrar na Floresta Amazônica.
Quero ter sempre a companhia de um bom vinho, de uma boa música e de um bom amigo.
Quando eu crescer, quero ser escritora, quero viver dos livros, quero conhecer o mundo e viver a vida!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Malandragem

" Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta e
não aprendi a amar..."
Cássia Eller

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Um novo olhar sobre o mundo.

Eu olho no espelho e vejo, no fundo dos meus olhos, um novo ser. Não, não é uma outra pessoa, com uma nova essência, ou com outra personalidade. Vejo a mesma criatura, porém não percebo mais a menina amendrontada, insegura, que escondia seus medos e suas opiniões. Observo mais e me deparo com uma garota mais madura, com sua personalidade forte, que defende suas opiniões, mas que respeita os outros e mantém o seu sorriso doce no rosto.
Respirar novos ares me fez crescer, aprender. Tudo está melhor, minha vontade de viver é mais forte, minha sede por conhecimento é maior, minha alegria que não pode ser resumida por palavras.
Não sei se devo agradecer a alguém por isso, apesar de saber que tive a ajuda das pessoas mais fabulosas do mundo. Mas eu sei que nada disso estaria acontecendo se eu não quisesse ver uma mudança dentro de mim.
Então, acho que devo isso à minha perseverança, à minha fé e à minha humildade por saber que eu precisava me tornar alguém melhor e procurar fazer isso.
Eu tinha certeza que os novos ventos eram favoráveis. Sempre serão. Pois minha fé é inabalável e sempre esperarei pelo melhor.
E que venham os novos dias!